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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Colégio de Aplicação




Entenda um pouco mais porque os acadêmicos do USJ defendem a continuidade da Obra na Beira Mar de São José: Colégio de Aplicação.
Para aqueles que pretendem saber um pouco mais sobre as Escolas de Aplicação, está disponível no site domínio público o Volume 05 dos Cadernos de Educação Básica, de autoria do Ministério da Educação. São algumas das obras publicadas a respeito, mas há muito artigos, teses que tratam do assunto.

Repensando as Escolas de Aplicação
“O fortalecimento das Escolas de Aplicação, como um dos locais privilegiados para o desenvolvimento de novas práticas pedagógicas, e o preparo organizado e supervisionado de futuros docentes representam um dos aspectos importantes da política de revigoramento das licenciaturas e dos cursos de Pedagogia.”

“Relação transacional com a Faculdade de Educação ou Centro Pedagógico e os demais Institutos da Universidade.”

USJ conta com dois cursos voltados para as práticas docentes: Pedagogia e Ciências da Religião.

Pedagogia:
“Formar profissionais para atuar na docência da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, na gestão em unidades e projetos educacionais escolares e não-escolares, nas outras funções do magistério, na produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico, com ênfase nas áreas da pratica de estágio. (Educação Infantil, Anos Inicial do Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos).”
Ciências da Religião:
“O Curso de Ciências da Religião, oferecido pelo Centro Universitário Municipal de São José, está voltado para a docência, estudo e pesquisa do fenômeno religioso em suas múltiplas expressões e complexidades. Tem como meta preparar o acadêmico para atuar como pesquisador no campo religioso e como professor de Ensino Religioso no Ensino Fundamental e Médio.”


A relação entre a Escola de Aplicação de São José e o USJ seria muito mais do que uma estrutura para abrigar a Instituição, não é somente por uma sala de aula que os alunos defendem a continuidade da Obra, mas sim, um investimento na oportunidade de São José ter um espaço educacional diferenciado, buscando contribuir junto à comunidade o incentivo aos alunos da rede fundamental a diferenciação intelectual, introdução de novas tecnologias, a divulgação de experiências e inovações pedagógicas.

Estaremos então pensando apenas num espaço para os acadêmicos poderem atuar?
Não, estamos defendendo o espaço onde os jovens moradores de São José poderão ter a oportunidade de crescimento intelectual, onde os alunos da rede fundamental teriam um espaço para a melhoria continua.

Estaremos então dizendo que apenas alguns alunos serão privilegiados?
Num ambiente escolar há tanta competitividade quanto em qualquer outro ambiente, se temos a chance de conceder a oportunidade para aqueles que se destacam e incentivar os demais alunos a darem o seu melhor, isso não é privilegiar, é uma ferramenta a mais para o crescimento da educação municipal.
Por que o ambiente escolar tem que ser de todo igual se os alunos não são iguais? Se todos têm talentos e características individuais que os diferem. Acreditamos que todos deveriam ter um local no qual poderiam investir em si mesmo e aumentar sua capacidade individual.

Então, a Escola de Aplicação de São José integraria toda a rede de ensino do Município?
Sim, a característica fundamental das Escolas de Aplicação é de serem consideradas escolas-laborátorio, e a experimentação pedagógica ali vivenciada resulta numa relação de troca com a comunidade educacional da região.

A obra em construção, que desde o inicio foi destinado ao Colégio de Aplicação, está sob análise de uma comissão. Há possibilidade de que seja a nova sede administrativa da Prefeitura de São José.

A atual sede administrativa não comporta todas as secretarias e departamentos da Prefeitura?
Não, não comporta.
Desde a sua construção não comporta os departamentos da Prefeitura.

Mas foi admitido que há intenção de redução de Secretarias?
Sim, numa entrevista de um programa de televisão regional o Prefeito confirmou a redução da secretarias. Fato que nos leva a questionar se há redução de secretarias, então por que mudar de local a sede por falta de espaço.

Se não condições de investimento na continuidade da obra para terminar o Colégio de Aplicação, há condições então de se reestruturar a estrutura interna de um colégio para uma Prefeitura?

Há alguma comissão que irá avaliar esses valores também?

Os valores dos estudos que estão sendo feitos, serão divulgados?

Se não houver continuidade da construção da obra, para o objetivo inicial, haverá condições de reforma de um outro colégio (citando-se nesse caso o Forquilhão) para abrigar a instituição?
Se há condições da prefeitura devolver o dinheiro investido na obra desde 2006, e ainda ter dinheiro para reformar a obra para abrigar a prefeitura e ainda ter dinheiro para reformar o Forquilhão para abrigar o USJ, e ainda construir um outro colégio de aplicação. A prefeitura está “quebrada”?

Seria menos oneroso para a Prefeitura conseguir convênios estaduais e federais para continuidade da obra (abringando o Colégio de Aplicação e o USJ), reduzindo os gastos do município para com essa obra? Mantendo-se assim, as despesas dentro do que é devido para com a área de ensino, a qual o Município é obrigatório a manter, visando à melhoria dessas instituições?
Evitando também, que os moradores de Forquilhinhas não percam as salas de aula das suas crianças?

E se ainda esse estudo reestruturar o EJA – Educação de Jovens e Adultos para ser de obrigação estadual (hipótese que ouvimos falar), sobraria receita ainda para a melhoria das atuais escolas do município?

E se ainda é plano do Município dizer que “Em São José a Educação faz a diferença”, então mudar o destino de uma obra de Educação para ter como sede administrativa da prefeitura é fazer a diferença na educação?
Deixar de investir numa obra de inovação pedagógica é fazer a diferença?
Fazer a diferença é levantar apenas números ou é ter resultados de praticas pedagógicas?
E trazer para a realidade josefense a possibilidade de inclusão de alunos em novas oportunidades de crescimento?
O que estamos fazendo hoje de diferente, na Educação, para o futuro de São Jose?
A Obra do Colégio de Aplicação de São José deve continuar na Beira Mar?



Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!

sábado, 1 de agosto de 2009

Esclarecimentos MPUSJ

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Colégio de Aplicação_ Forquilhão?

Nos últimos meses nos movimentamos em prol da nossa sede, defendendo a continuidade da obra Colégio de Aplicação para que se mantivesse a finalidade inicial: ensino fundamental diurno e USJ noturno.
Dos diversos murmúrios em relação as nossas instalações, ouvimos: Univali, Lavoisier e Forquilhão.
Há cerca de duas semanas, a proposta de reforma do Forquilhão, para agrupar todos os cursos, ficou em evidência.
Dentro desse período, na reportagem do cidadão JÁ, obtivemos uma resposta do Prefeito Djalma Berger, o qual disse que até o final de julho a repórter Laine Valgas poderia retornar o contato, pois ele já saberia lhe dar uma resposta.
Na sexta-feira (24/07/09) recebemos um e-mail de uma acadêmica nos alertando que a placa da obra do colégio de aplicação havia sido retirada. Fomos averiguar e é fato, realmente a placa não esta mais lá.
Tentamos mais informações sobre isso e uma delas é que teria sido um caminhão da prefeitura que haveria retirado a placa e não tem a previsão da mesma ser recolocada.

Após visto e confirmado que a placa não esta mais lá, tivemos informações de dentro da prefeitura, que o Prefeito Djalma Berger havia dito que sim: o Forquilhão será reformado!

Publicamente e oficialmente não está confirmado, porém a retirada da placa e informações dadas por distintas pessoas acabam culminando em uma só: o Forquilhão será reformado!

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Projeto da Prefeitura Municipal de São José

Placa - Obra Colégio de Aplicação




Foto tirada em 27/07/2009:


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Uma Comissão de Estudos foi nomeada pelo Prefeito: Procurador do Município, Secretário de Educação, Secretário de Admisnitração e Reitora do USJ; essa é quem decidirá o destino da Obra Colégio de Aplicação.

E a Comunidade já foi ouvida?!
O que a população josefense prefere?!
Prefere um Colégio de Aplicação,
composto por 46 salas de aula, salas de coordenação, salas de professores, salas de apoio pedagógico, salas administrativas, laboratórios, biblioteca, videoteca, arquivo, 4 anfiteatros, centro de convivência (fotocópia, papelaria, livraria, agência bancária, praça de alimentação e apoio ao estudante), espaço cultural, ginásio poli esportivo,
ou
uma nova sede Administrativa da Prefeitura?

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Movimento Pró-USJ

Comunidade, e a decisão?!
Será definida apenas por essa Comissão?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

São José em Foco 24/07/2009

Charge do Jornal São José em Foco, de 24/07/2009 (sexta-feira)!

"Uma imagem vale mais que mil palavras!!!!"

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Programa Cidadão JA, 21/07/09!!

Somos Cidadão JA,

O assunto USJ - Colégio de Aplicação será pauta do programa Cidadão JA de amanha, dia 21.

Portanto, convidamos a todos para assistirem o Jornal do Almoço de amanhã (terça-feira).
Estaremos expondo novamente nossa posição, solicitando uma resposta do nosso Prefeito, Djalma Berger, sobre o futuro do Colégio de Aplicação.


"Ô prefeitura preste atenção,
USJ também é EDUCAÇÃO!!!"


Acreditamos na Educação, no Futuro, na Verdade!
Estejam conosco pela Educação,
Seja você também parte dessa história!

Movimento Pró-USJ!!

Sinproesc

Hoje, dia 20/07/2009, entre às 20h30 e 21h00, o Professor Carlos Magno da Silva Bernardo, Presidente do SINPROESC e Secretário Geral da UGT-SC, estará num bate papo com o apresentador Antonio Ricardo na Rádio FM Luar de São José - 98.3 MHz.

O Sinproesc - Sindicato dos Professores no Estado de Santa Catarina tem acompanhado o Movimento Pró-USJ, defendendo a Educação Superior Pública e Gratuita no Município de São José.

Desta maneira, convidamos a todos para acompanhar a entrevista e participar por telefone, colocando sua posição não somente acadêmica, mas também de cidadãos conscientes do destino dos recursos para a Educação Municipal, contexto este que envolve não somente o USJ, mas a continuidade da Obra Colégio de Aplicação.



Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!



sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mudanças na Camara de São José

PREFEITO DJALMA BERGER EMPOSSA ADRIANO DE BRITO COMO SUPERINTENDENTE DA FUNDAÇÃO DE CULTURA

16 de Julho de 2009

O Vereador Adriano de Brito (PR) assume nesta sexta-feira (17), às 18h, a Superintendência da Fundação Municipal de Cultura e Turismo de São José. A posse será realizada no Gabinete do Prefeito Djalma Berger, localizado na Rua Domingos André Zanini, 300, Bairro Barreiros. Formado em Educação Física pela UDESC e Pós-Graduado em Didática e Metodologia do Ensino, Adriano de Brito é funcionário efetivo da Prefeitura há 19 anos. De 1996 a 2000 presidiu o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de São José (SINTRAM). Também participou da idealização do Projeto Esporte Escolar, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação. Adriano de Brito já exerceu as funções de: Secretário Adjunto da Educação; Superintendente da Fundação Municipal de Esportes e Lazer e Superintendente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo. Em 2008, concorreu às eleições para Câmara Municipal de São José, elegendo-se com 2.042 votos. Como vereador, preside a Comissão de Constituição, Justiça e Redação e é autor dos projetos para criação da Escola do Legislativo na Câmara Municipal de São José e da Câmara Mirim, bem como do Programa de Prevenção, Controle do Diabetes e Alimentação Especial para alunos da rede pública municipal portadores da doença, por meio do diagnóstico precoce. Atualmente, é Presidente Municipal do Partido da República. Amante da arte e da cultura josefense, Adriano de Brito foi professor das oficinas cênicas do Theatro Adolpho Mello, atuou como ator em mais de 15 espetáculos teatrais, participou de curtas e longas metragens, dirigiu duas peças de teatro, além de ser – desde a criação em 2001 - Coordenador do Grupo Folclórico São José da Terra Firme. Compõe, hoje, o elenco da peça “Uma Visita”, texto de autoria do escritor alemão Martin Walser. Entre as ações a serem desenvolvidas pela Fundação Municipal de Cultura e Turismo, Adriano de Brito destacou os Projetos: Caravana da Cultura, que levará movimentos culturais a vários bairros de São José com valorização das produções locais; Rua do Lazer com atividades recreativas e culturais gratuitas para população; Mapeamento Cultural do município com pesquisa e elaboração de um guia que contemple essas informações e Restauração dos casarios históricos e Beco da Carioca, resgatando-os como ponto turístico de São José.

Assessoria de Comunicação PMSJ

Jornal O Popular

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Noticías USJ: Aula Inaugural


CONVITE AULA INAUGURAL

O Prefeito Municipal de São José

DJALMA VANDO BERGER

A Reitora do Centro Universitário Municipal de São José

SOLANGE SPRANDEL DA SILVA

tem a honra de convidar Vossa Excelência e Família para a aula

inaugural com o Professor Doutor DILVO RISTOFF,a realiza-se
no dia 03 de agosto de 2009 as19h, no Teatro do Centro Multiuso

de São José, situado na Beiramar de São José.

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O Movimento Pró-USJ convida os acadêmicos a estarem presentes na aula inaugural, para estarmos unificando novamente nossas ações no próximo semestre.

O professor Dilvo Ristoff é Professor Titular da Universidade Federal de Santa Catarina. Foi, durante o último ano, Diretor de Educação Básica da Fundação Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e foi Diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), de junho de 2003 a janeiro de 2008.
Atualmente é presidente da Comissão de Implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Ristoff é doutor pela Universidade do Sul da Califórnia (EUA). Ocupou os cargos de Pró-Reitor de Graduação e foi presidente do Fórum Nacional dos Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras. Foi ainda Coordenador de Pós-Graduação e Diretor do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Integrou a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior e o Comitê Assessor do Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (PAIUB), durante a gestão do Ministro Murílio Hingel. No atual governofoi membro da Comissão Especial de Avaliação, que elaborou a proposta para a criação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), por cuja implantação foi o responsável na qualidade de Diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Para ele, os grandes desafios da avaliação da educação superior brasileira são o reconhecimento da diversidade e o respeito à identidade institucional, e a construção de uma cultura avaliativa de natureza formativa, pedagógica e participativa. "Temos que construir um sistema de avaliação mais condizente com a educação que o Brasil precisa, não apenas democraticamente do ponto de vista da quantidade, mas de forma responsável em relação à qualidade”.Há mais de dez anos Ristoff trabalha com avaliação educacional e tem se dedicado à publicação de livros e artigos na área de avaliação e educação.

O INEP - Insituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira está vinculada ao MEC, realiza levantamentos estatisticos e avaliativos em todos os níveis e modalidade de ensino: SINAES, ENADE, Avaliação Institucional e Avaliação dos Cursos de Graduação, dentr outros.


Para saber mais: INEP



Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Retorno

Os acadêmicos do Centro Universitário Municipal de São José - USJ parabenizam a atuação policial de São José, pois a moto que em outras postagens informamos o roubo, foi encontrada!

Obrigada!

E ao nosso acadêmico, que não perdeu a esperança, pode ter seu bem de volta!

Justiça e respeito!
Estamos felizes por você!

Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!




quinta-feira, 9 de julho de 2009

Mestrado





segunda-feira, 6 de julho de 2009

Segurança Já!

O Movimento Pró-USJ faz desse veículo de comunicação um alerta aos acadêmicos e uma reivindicação: solicitamos maior segurança no Forquilhão, onde são ministradas as aulas para o curso de Administração, Ciências Contábeis e Ciências da Religião.

Solicitação esta, que desde 2006 vem sendo cobrada da Instituição. Porém, novamente, um cidadão é prejudicado por não termos a segurança devida, que é direito de qualquer munícipe.

Na sexta-feira, dia 03 de julho um dos nossos acadêmicos, recém ingresso no Curso de Ciências Contábeis, teve um dos seus bens furtados: roubaram-lhe a moto (CG Verde) de dentro do estacionamento. Estudante este, que veio fazer a sua prova, que trabalha, que paga seus impostos e que contribui para o Município!

Próximo as 20h, ao sair da prova para se deslocar até sua residênica - após não mais que uma hora e meia de ter deixado sua moto no estacionamento - percebeu que a mesma não estava mais onde deixara.

Assim, nós acadêmicos do Centro Universitário Municipal de São José, trazemos conosco a mesma sensação de impotência desse acadêmico, e agradecemos a todos aqueles que deram suporte ao estudante na sexta-feira, que o acompanharam até a Delegacia e ao seu Vanio/Glória que chamaram a guarda municipal.

Para finalizar, solicitamos a todos que acompanham os noticiarios e que atentem, caso seja referênica no assunto, uma Moto CG verde, Placa MAV 0883.



Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!


Carta de um professor:

Audiência Pública e os alunos do USJ


Ao chegar por volta das 18: 30horas na Câmara de vereadores de São José percebi a movimentação de alguns alunos(as) com camisetas com dizeres: “USJ e Colégio da Aplicação Juntos pela Educação”. Era o anúncio que mais uma aula de exercício de cidadania e participação política iria começar. As inúmeras cadeiras disponíveis foram rapidamente ocupadas pelos alunos(as), representantes da Associação dos Docentes do Ensino Superior de Santa Catarina e os poucos professores e professoras do USJ presentes no local. A mesa da Câmara estava formada pelo seu presidente, deputados estaduais, vereadores, vice-prefeitos, reitora e demais convidados. Assim, o presidente iniciou os trabalhos e os alunos começaram logo a fazer as primeiras perguntas. A preocupação dos acadêmicos era sobre o futuro da Universidade. Já dava para entender que eles não estavam ali apenas para salvar seus diplomas e cursos, mas em alertar mais uma vez sobre a importância da instituição pública, gratuita e de qualidade para a cidade de São José e o país. Perguntas e reivindicações como: Qual o destino do novo prédio da beira mar; como fica a questão da autonomia universitária; quando será a eleição direta para reitoria; o plano de cargo e salários para dos professores; o fim dos cargos comissionados, a autonomia financeira, etc. Esses foram algumas das muitas questões e preocupações dos alunos, professores, parlamentares e convidados presentes. Os membros da mesa procuraram responder a todas as perguntas, mas tive a sensação que o público ali presente ainda ficava com dúvidas quanto ao futuro da Universidade, principalmente quando foi comunicado que “uma Comissão iria avaliar a situação da instituição”.

Quando terminou a Audiência percebi, no lado de fora do Plenário, que o rosto de muitos colegas professores era de alegria e ao mesmo tempo de orgulho, pois tinham assistido de seus alunos(as) uma aula de participação política e cidadania. Mas parece que alunos(as) não estavam ainda muito satisfeitos, pois saíram com muitas incertezas no ar. No entanto, eles sabiam que a luta só estava começando e muita páginas dessa história de resistência ainda seria escrita. Eu e alguns professores e alunos fomos então a um bar avaliar o movimento e comemorar mais essa aula de cidadania, aula sem chamada e com nota 10,00 para todos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Reflexão

O Movimento Pró-USJ respeita as obrigações do Municipio com a Educaçao para o qual é destinado as verbas, tanto que de acordo com o Tribunal de Contas o valor destinado para a Fundação é de 0,5% do orçamento da Prefeitura e não dos 25% para a Educação Básica.


Na Fundação Educacional de São José - Mantenedora do USJ o Sr. Alexandre Simioni, afirmou para membros do movimento, nesta semana, que o custo por acadêmico é de R$ 335,00.




CAFÉ COM PREFEITO

De acordo com noticia pulica no jornal Correio de SC, Djalma expos sua posição a respeito do USJ:

"Não sei qual foi a pessoa que resolveu criar uma polêmica onde não existe na nossa relação com a universidade municipal. O que garantimos aos universitarios é que ninguem vai ser prejudicado e nós não vamos acabar com a universidade municipal. Ela tem que ser reestruturada, é evidente, mas vai continuar existindo como pública, gratuita e atenderá as pessoas que no minimo já estão matriculadas nela para terem segurança de conclusão de seu curso"





quarta-feira, 24 de junho de 2009

Camisetas Movimento Pró-USJ



Adquira sua camiseta do Movimento Pró-USJ




R$ 5,00
Tamanhos: P, M, G e GG



Representantes, informem os acadêmicos de suas turmas da Camiseta do Movimento Pró-USJ, repassem os tamanhos / Curso e fase para: movimentousj@hotmail.com, recolham o dinheiro até quinta-feira (amanha) e entreguem aos membros do Movimento.



Movimento Pró-USJ
Organização, Educação e Futuro!!!




terça-feira, 23 de junho de 2009

Solicitação de uma Assembléia Universitária

O Movimento Pró-USJ gostaria de informar que sexta-feira, dia 19 de junho, foi entregue na Reitoria uma solicitação para realização de uma Assembléia Geral Universitária, conforme exposto abaixo:

O USJ, através de seu corpo discente, vem por meio desta solicitar uma assembléia geral universitária, com o intuito de esclarecer a posição da reitoria em relação ao referido tema, visto que é o órgão de máxima representatividade da instituição, considerando que não será o primeiro contato da reitoria e corpo discente. Os acadêmicos desta instituição destacam que o Movimento Pró-USJ é apartidário, e que seu objetivo maior é a permanência e manutenção do USJ como IES pública gratuita e de qualidade, com sua sede e foro no Colégio de Aplicação na beira-mar de São José, considerando esta a garantia inicial oferecida a toda a comunidade, desde seu início.
Desta forma, solicitamos de maneira formal, esclarecimentos quanto ao posicionamento da reitoria, em relação à prefeitura quanto à conjuntura atual deste Centro Universitário. Deixamos claro desde o presente momento que nosso posicionamento contempla a defesa da educação municipal superior em São José.
Esta assembléia geral universitária será composta por alunos e professores dos quatro cursos que atualmente compõem o ensino superior no USJ, a saber, Administração, Ciências Contábeis, Ciências da Religião e Pedagogia. Sem mais para o momento e certos de contar com a presença e apoio da reitoria desta instituição, despedimo-nos atenciosamente.

O Movimento acredita que precisamos de um retorno formal, de uma garantia de certeza e de esclarecimentos, não somente através das noticias que estamos acompanhando ou de notas publicadas, mas principalmente de quem responde pelo Centro Universitário Municipal de São José, e que esta representação seja coerente, transparente e sincera.

Acreditamos na Educação, no Futuro, na Verdade!

Acompanhem conosco esta Assembléia,
Estejam conosco pela Educação,
Seja você também parte dessa história!

Movimento Pró-USJ
www.movimentoprousj.blogspot.com

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Informações dadas por um professor:

Prezados Amigos

Ao receber o e-mail de vocês com o link da infeliz entrevista do Sr. Édio Vieira, encaminhei o mesmo para a Sra. Mariah Terezinha Pereira, Diretora Geral da Faculdade Municpal de Palhoça, posto que aquela instituição a qual tenho a honra também de lecionar, era citada de forma desrespeitosa e irresponsável. A Sra. Mariah de imediato deu conhecimento ao Sr. Prefito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt que acusou sua indignação e tomou as seguintes deliberações:

1) Autorizou o inicio do processo de licitação para a construção do prédio próprio da FMP no prazo máximo de 180 dias, posto que o terreno já havia sido disponibilizado em data anterior; e

2) autorizou a Sr.a Mariah a solicitar esclarecimentos do Sr. Édio Vieira quanto às irresponsáveis alegações gravadas para sempre na web (fato que ao meu ver, maculam sua vida pública para sempre). Numa ligação de mais de uma hora e dez minutos foram feitas inúmeras considerações que deram a entender ao ilustre Secretário de São José que no município de Palhoça, os estudantes e comunidade acadêmica são merecedoras do maior respeito e apoio, fato que lamentavelmente não evidenciamos em São José por conta de homens públicos desvinculados de um projeto consistente de desenvolvimento, apesar de ocupar a pasta responsável por tais atribuições.

Passei o e-mail da Fernanda para a Presidente do Centro Acadêmico da FMP a fim de que ambas possam fortalecer o movimento e contar com o apoio de todos os estudantes da FMP.

Ontem em sala de aula, sugeri que os alunos da FMP gravassem um video com todos os acadêmicos juntos mandando uma mensagem de apoio, força e solidariedade aos nossos alunos do USJ, idéia que foi de pronto aceita e também deverá ser produzido um vídeo de resposta às infelizes alegações do Sr. Secretário, convidando-o a refletir sobre o papel do gestor público que deve estar a serviço da sociedade e não se servir dela como melhor lhe aprouver.

Os estudantes da FMP, sem excessão, manifestaram seu apoio a USJ e caso seja preciso, em data a ser marcada de conveniência de todos, far-se-ão presentes junto à USJ para engrossar as fileiras daqueles que estão lutando pelo seu espaço acadêmico, público, gratuito e de qualidade.

___________________________________

Companheiros da FMP, e professores, o apoio de vocês é muito importante, tendo em vista que são acadêmicos de uma Faculdade Municipal Pública, Gratuita e de Qualidade. O Movimento Pró-USJ agradece e informa que manterá o Corpo Discente informado dos nossos atos, bem como dos resultados dos mesmos.


Movimento Pró-USJ
Não estamos sozinhos nessa história!

sábado, 20 de junho de 2009

Carta de um professor:

Prezados Alunos e demais interessados no futuro autossustentável de São José e região através da educação, cidadania e exercício democrático via USJ.
Ao tomar ciência do teor desta entrevista, ainda tinha a esperança de que a lucidez vingasse e o ensino de qualidade se efetivasse, mas a entrevista do jovem gestor Caio César Tokarski enquanto Secretário de Administração de São José, de fato deixa bem claro o posicionamento do poder público executivo municipal e o seu profundo desapego à educação, na medida em que nem sequer o Colégio de Aplicação pode não vir a ser contemplado, construído com verba federal, ou seja de todos os brasileiros, inclusive dos josefenses, é de se indignar e repudiar.
Quaisquer especialistas em gestão pública e privada podem verificar um grave equívoco estratégico na medida em que o poder público não proporciona à sua comunidade, o direito de ascender às posições de gestão e pensamento nas organizações, bem como o fomento ao ímpeto empreendedor e não se circunscrevendo às castas operacionais, apenas.
O teor do fato expõe de forma objetiva o um grande equívoco em construção, na medida em que tenta obstruir e apresentar empecilhos ao desenvolvimento da educação municipal.
Sabendo-se que o desenvolvimento da municipalidade dá-se através do ensino de qualidade. Na medida em que um dado governo negligência e se omite as ações de emancipação de seu povo, é de se presumir que exigirá de todos os exercícios das cautelas e tutelas diversas em todas as instâncias.
O fato é de grande intensidade e deve ser repelido com veemência, posto que tal ação visa o cerceamento e extinção de direitos, ação notoriamente amparada em interesses não declarados e visivelmente infiltrados do interesse privado na coisa pública.
Cabe-nos lembrar que a auto sustentabilidade citada enquanto estratégia é absolutamente desejável, contudo isso em geral se diz aos diretores de subsidiárias, aos gerentes das filiais ou até mesmo vice-presidentes de unidades de negócio em outros hemisférios.
Precisamos conclamar a comunidade josefense e lembrar urgentemente pelo visto, ao poder executivo municipal, que os governos devem ser do povo, pelo povo e para o povo. Uma obviedade nos cenários nos quais os cidadãos são respeitados e a cidadania exercida, mas que se mostra repelida com arrogância por alguns, talvez despreparados, todavia capazes de colocar em risco algo de tamanha relevância, o Centro Universitário Municipal de São José – USJ.
Alguns devem ficar pensando até onde pode ir o interesse econômico tentando sobrepor-se ao social, ao político, ao científico, ao antropológico, ao cultural, ao artístico e ao educacional, dentre outras dimensões. É sem dúvida, uma afronta ao ser humano e ao seu direito de se construir de forma multidimensional. É de se pensar até onde irá a ignobilidade humana?
Parece-me absolutamente temerário o processo gerencial envidado pela municipalidade, constituída por minoria, na medida em que se mostra desconexo das melhores estratégias de desenvolvimento público e privado, qual seja, através da qualidade de seus munícipes.
Entendo que os Ministérios Públicos (Federal e Estadual) devam ser provocados, na pessoa de um promotor público sensível às imperfeições ora em andamento. Na qualidade de guardiões dos direitos e preceitos constitucionais, podem buscar o amparo legal aos desequilíbrios do executivo municipal e exigir um ajuste de conduta, dentre outros.
A salva-guarda do interesse público se faz necessária, concomitantemente às ações de mobilização geral da sociedade, na medida em de fato revelam um total desapego à educação e um completo descaso com o dinheiro do contribuinte josefense e brasileiro.
Nossos cursos são baratos e muitas irregularidades estão em andamento, a começar pelo orçamento irregular. Entendo que os recursos alocados orçamentariamente ao USJ requeiram melhor observação e transparência, bem como a tutela já citada.
Outras partes que requerem também urgente atenção, naturalmente além do corpo discente e comunidade, são os corpos docentes de casa curso e demais funcionários, cujas condições de trabalho são incongruentes e sub-dimensionadas, que acabam por exigir de todos, um esforço extraordinário, por vezes além das forças de alguns. Apenas de alguns.
Vamos buscar o direito de termos uma Universidade de fato, o USJ e muitos outros cursos, inclusive o de Direito – Ciências Jurídicas.
Como dizem por aí, a luta continua companheiro.

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